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O setor de frutas, legumes e verduras (FLV) do supermercado é, em grande parte dos casos, o mais rentável da loja. Mas afinal, como montar uma sessão completa e que atraia os clientes? Além disso, o que não pode faltar em um hortifrúti?

Inclusive, de acordo com informações da Hortifruti Brasil, o hortifruti pode ser responsável por 10% a 20% do faturamento de um supermercado de varejo. Por isso, montar um hortifrúti atraente pode fazer toda a diferença para melhorar os resultados da sua loja.

Assim sendo, é para te ajudar nessa missão que preparamos este texto. Dessa forma, acompanhe e inspire-se para montar um hortifrúti impecável para o seu varejo.

O que não pode faltar em um hortifrúti? Anote a lista: 

Primeiramente, antes de seguir para a lista de FLV que deve fazer parte do seu mix de produtos, vamos ressaltar um ponto de extrema importância (e que exploraremos de forma mais completa ao final do texto): o Brasil é um país extremamente grande e conta com muitos regionalismos e sazonalidades ao longo do ano.

Dito isso, ao citar o que não pode faltar em um hortifrúti, selecionamos aqueles alimentos que consideramos importantes para garantir que o seu setor promova uma experiência mais positiva e completa aos seus consumidores. Entretanto, esses insumos mudam de acordo com a época do ano e, também, com a localização da sua loja. Ok? 

O que não pode faltar em um hortifrúti: frutas

  • Abacate;
  • Abacaxi;
  • Ameixa;
  • Banana;
  • Caqui;
  • Coco;
  • Goiaba;
  • Kiwi;
  • Laranja;
  • Limão (tahiti, sisciliano);
  • Maçã;
  • Mamão;
  • Manga;
  • Maracujá;
  • Melancia;
  • Mexerica (bergamota);
  • Melão;
  • Morango;
  • Pera;
  • Pêssego.
  • Uva.

O que não pode faltar em um hortifrúti: legumes

Bulbos: 

  • Alho;
  • Cebola.

Frutos variados: 

  • Abóbora
  • Abobrinha;
  • Berinjela;
  • Chuchu;
  • Ervilha;
  • Jiló;
  • Milho;
  • Pepino e pepino japonês;
  • Quiabo;
  • Tomate.

Raízes e tubérculos: 

  • Batatas (inglesa, doce e salsa), 
  • Beterraba;
  • Cenoura;
  • Gengibre;
  • Inhame;
  • Mandioca.

O que não pode faltar em um hortifrúti: verduras

  • Acelga;
  • Agrião;
  • Alcachofra;
  • Alfaces variados;
  • Brócolis;
  • Coentro;
  • Couve;
  • Couve-flor;
  • Espinafre;
  • Mostarda
  • Repolho;
  • Rúcula.

6. dicas para aumentar as vendas do setor de hortifrúti

Pois bem, além de saber o que não pode faltar em um hortifrúti, também vamos te ajudar a aumentar o faturamento no setor. Confira nossas dicas:

1. Faça um dia da semana com ofertas dedicadas ao setor

Que tal dedicar um dia da semana para fazer campanhas e ofertas no departamento? É possível criar a “Terça do Hortifruti” ou “Quarta Verde”, por exemplo.

Neste tipo de ação, é possível:

  • Abaixar o preço de todos os produtos do setor;
  • Selecionar os insumos que estarão mais baratos no dia;
  • Fazer ofertas exclusivas para os clientes que fazem parte do seu Clube de Descontos, estimulando mais consumidores a se cadastrarem.

2. Aposte em produtos sempre frescos

Além de saber muito bem o que não pode faltar em um hortifrúti, é essencial garantir que o setor esteja sempre muito bem abastecido, com produtos frescos, organizados e limpos.

Assim sendo, use as cores dos legumes, frutas e verduras a seu favor, criando um ambiente colorido e atrativo para os clientes. Além disso, não hesite em designar alguém da sua equipe para garantir que o hortifrúti esteja sempre apresentável. Ou seja: sem alimentos no chão ou amassados.

– Você também pode se interessar por: Prevenção de perdas no hortifrúti: 7 dicas valiosas para seu varejo

3. Faça cross selling e comercialize produtos complementares

Fazer ações de cross selling no seu hortifrúti pode trazer muitos benefícios para a sua loja.

De acordo com Leandro Rosadas, especialista em supermercados, “se você implementar esses cross dentro do seu hortifrúti, você vai aumentar as vendas em no mínimo 10%”.

Alguns dos exemplos são:

  • Limão, açúcar e cachaça;
  • Banana, mel e aveia;
  • Morango com creme de leite ou leite condensado;
  • Ralador perto dos legumes;
  • Azeite e vinagre perto das verduras;
  • Tempero próximo dos legumes;
  • Queijo pecorino, azeite e alho poró;
  • Abridor de coco perto do coco;
  • Socador de alho junto com o alho;
  • Vodka com kiwi ou outras frutas;
  • Abacaxi com hortelã.

– Complemente a leitura com o nosso artigo: 6 dicas para usar o cross selling no varejo e aumentar suas vendas

4. Foque na regionalidade e nos produtos da época

O Brasil é um país muito grande e é possível observar muitas diferenças e particularidades na alimentação de acordo com a época do ano e região em que fica a sua loja. Por isso, quando falamos sobre o que não pode faltar em um hortifrúti, dê atenção para este fato.

Exemplo real: pinhão na região sul 

Nas épocas mais frias do ano, é comum que o pinhão, por exemplo, faça muito sucesso na região sul e passe a ser procurado pelos consumidores quando eles vão ao mercado.

Assim sendo, se a sua loja fica localizada em lugares em que o pinhão faz sucesso, é importante encontrar formas de comercializá-lo. Além disso, que tal mostrar em suas redes sociais que você já conta com o produto em sua loja? Aliás, você pode sugerir receitas com esta iguaria e/ou perguntar a forma a qual os seus seguidores preferem consumir o pinhão. 

Entretanto, vale lembrar que o pinhão é apenas um exemplo de um alimento sazonal e regional que pode ajudar a deixar o seu mix de produtos mais rico. Dessa forma, fique sempre atento à essas possibilidades para trazer novos consumidores para a sua loja e, também, ajudar a fidelizar aqueles que já são fiéis.

5. Reaproveite alimentos e transforme-os em outros produtos 

Em seu podcast, Leandro Rosadas, dá a dica de reaproveitar o tomate e transformá-lo em tomate seco. Mas, além do tomate, é possível aproveitar diversas frutas e, também, transformá-las em geleia ou em suco.

Isso faz com que, além de você evitar a perda de produtos, ainda gere valor para a sua marca e crie novos produtos artesanais do seu supermercado. Incrível, não é mesmo?

6. Divulgue, divulgue, divulgue! 

Ademais, agora que você já sabe o que não pode faltar em um hortifrúti, é importante mostrar esse conhecimento para os seus clientes. Neste cenário, algumas ações que você pode fazer são:

  • Usar as redes sociais para mostrar o quão frescos são os seus produtos. Tire fotos e faça stories que exibam o cuidado da sua loja com o FLV e sempre ressalta as ofertas do dia;
  • Desenvolva postagens com receitas que utilizem esses alimentos e, também, falem sobre os benefícios deles para a saúde
  • Faça campanhas segmentadas e exclusivas para clientes que costumam comprar insumos do setor, convidando-os para aproveitar as ofertas do seu supermercado;
  • Coloque alguns itens estratégicos com descontos especiais para quem faz parte do Clube de Descontos. 

Pois bem, agora você já sabe muito bem o que não pode faltar em um hortifrúti, certo? Além disso, aprendeu várias dicas para garantir que as suas vendas neste setor aumentem. Por fim, se deseja melhorar ainda mais os seus resultados, conheça as soluções da Mercafacil e tenha mais sucesso na hora de atrair, conquistar e fidelizar seus clientes.

A ideia de oferecer ao cliente uma recompensa pela compra está ganhando cada vez mais adeptos. Neste cenário, pensar em formas de oferecer cashback no supermercado pode ser uma ação que, além de destacar a sua loja frente à concorrência, também traz vários outros benefícios. E acredite: estamos falando de benefícios importantes tanto para a sua marca quanto para os seus clientes.

Para saber mais sobre o que é, como funciona e como implementar um sistema de  cashback no supermercado, acompanhe!

Entendendo como funciona o sistema de cashback no supermercado

Podem existir diversas formas de criar um sistema de cashback no supermercado. Na Mercafacil, ele funciona como um sistema de pontos que foca em fidelizar clientes que já fazem parte do Clube de Descontos do seu varejo.

Para implantar o cashback no supermercado, os descontos dos produtos selecionados pelo varejo são aplicados em forma de créditos para o cliente. Assim, o consumidor paga o valor integral do produto e o valor do desconto se transforma em créditos (pontos) para as próximas compras.

Ou seja, o cashback nada mais é do que um desconto futuro para o cliente. Ou seja, ele funciona como um estímulo para o consumidor voltar a comprar na sua loja. E isso, por si só, já é uma enorme vantagem para a sua empresa.

Abaixo vamos aprofundar um pouco mais sobre os grandes benefícios de começar a oferecer  cashback no supermercado. 

Vantagens de implantar o cashback no supermercado

1. Estimular o cliente a voltar à loja

Como citamos brevemente acima, oferecer cashback no supermercado é uma excelente forma de estimular o cliente a voltar a fazer compras na sua loja. Afinal, ele sabe que, ao fazer isso, estará acumulando pontos que, no futuro, se transformarão em desconto.

Ou seja: o cashback é um benefício tangível. Ele vai além da sensação de pertencimento que o seu supermercado oferece ao criar um Clube de Descontos, por exemplo. Por isso, oferecer tanto um Clube de Descontos quanto o benefício do cashback pode ser tão valioso para a sua marca.

Ademais, é importante ressaltar que o cashback e/ou programa de pontos, além de te ajudar a fidelizar os clientes e a garantir uma boa experiência de compra, também pode aumentar a sensação de satisfação ao final da jornada. O cliente sente que fez um “bom negócio” ao ir até o seu supermercado.

2. Ter um diferencial estratégico contra concorrentes

Pois bem: se você oferece cashback no supermercado e o seu concorrente não, você já tem um diferencial quando comparado a ele. Certo? Mas vai muito além disso.

O sistema de pontos/cashback é uma maneira de mostrar, de forma concreta, que você está em constante busca de benefícios para o seu consumidor. Que além do Clube de Descontos exclusivos, que já é algo muito positivo (tanto para você quanto para seu cliente), você também oferece mais essa vantagem de cashback para quem compra com você. 

Agora, vamos analisar outro cenário. Suponhamos que os seus concorrentes já ofereçam cashback no supermercado. Se essa é a sua realidade, esse deve ser um incentivo ainda maior para você lançar um programa mais completo e efetivo do que o deles. Garanta esse diferencial de mercado para o seu negócio! 

3. O programa de cashback no supermercado pode aumentar o ticket médio das compras e as compras por impulso

O programa de cashback também funciona como um excelente incentivo para que os clientes tenham um ticket médio de compras maior e que façam mais compras por impulso. 

Afinal, eles saberão que quanto maior o gasto nas compras, maior será a recompensa. Nesse caso, compras de valor maior geram mais pontos. Esses pontos geram maior desconto futuro. 

4. Estimular o cadastro de mais clientes no seu Clube de Descontos

Só participarão do programa de cashback no supermercado aqueles clientes que são cadastrados na sua loja e fazem parte do Clube de Descontos.

O Clube, por si só, já traz inúmeros benefícios para os clientes. Agora, com o cashback, eles têm mais um grande motivo para fazerem parte do Clube. E lembre-se de divulgar essa novidade!

Tenha sempre em mente que: quanto mais clientes cadastrados no seu Clube, maior é o seu conhecimento sobre o seu público. Com isso, você passa a ter uma maior identificação do faturamento da sua loja e, também, tem maior capacidade para fazer ações segmentadas mais assertivas. 

Como você pode perceber, as ações de cadastramento no Clube e a adesão ao programa de cashback estão 100% relacionadas entre si. E, quando bem feitas, elas influenciam diretamente na sua comunicação e relacionamento com os clientes. 

Quando os consumidores se interessam por esses programas, eles passam a receber ofertas exclusivas, que são do interesse deles e, também, acumulam pontos que se tornam descontos em uma próxima compra. Ou seja, é algo extremamente positivo para eles.

Além disso, a sua loja também sai ganhando, afinal, cria ações com maiores taxas de conversão, passa a fidelizar mais clientes, estimula o aumento de ticket médio das compras e muito mais!

5. Aumentar o fluxo de caixa

Diferentemente dos outros tipos de ofertas (como as promoções do Clube de Descontos, por exemplo), o cashback não é aplicado no momento da compra. Assim sendo, ele aumenta o fluxo de caixa do seu supermercado, sendo positivo para a sua gestão de loja.

6. O cashback no supermercado promove experiências positivas ao cliente

Oferecer uma boa experiência para o seu cliente deve ser sempre o maior foco da sua empresa. E, ao criar um programa de cashback no supermercado, você mostra que está atento a isso.

Ao unir o Clube de Descontos, que é uma ação que traz satisfação momentânea para o cliente (pois oferece os descontos na hora da compra), com o cashback, que traz uma satisfação futura (já que os consumidores estão acumulando pontos para gastar em uma próxima compra), você gera uma sensação mais completa e positiva para o seu consumidor.

Assim, a chance de ele voltar a comprar na sua loja e tornar-se fiel a sua marca são muito maiores.

É hora de implantar a política de cashback no seu supermercado?

Como você pode perceber, utilizar as estratégias de cashback podem fazer toda a diferença para o seu varejo.

Porém, se você ainda não conta com uma ferramenta completa que possa te ajudar a colocar em prática essa ação, entre em contato conosco agora mesmo e saiba como podemos te ajudar a transformar o quanto antes essa realidade.

Ps: e se você já é nosso cliente, aproveite para tirar dúvidas sobre cashback no supermercado com o seu consultor!

Sabemos que as mudanças trazidas pela pandemia impactaram a indústria e o varejo de diferentes formas. Mas afinal, quais foram as principais mudanças no varejo que foram observadas no último ano?

Primeiramente, vale ressaltar que a dinâmica do comportamento do shopper no PDV em relação às novas necessidades e oportunidades de consumo mudou completamente. Também, com as restrições estabelecidas pelos governos para o varejo, muitas marcas tiveram que adotar novas estratégias e ações táticas para manutenção de mercado e para promover o relacionamento de seus produtos com os consumidores. 

Como em toda grande crise de nossa história, além dos desafios, vêm as lições, aprendizados e a evolução. Assim, esse é um bom ponto de vista a ser seguido. Ou seja, o de olhar para frente com base em uma leitura sincera e coerente dos erros e acertos. Aliás, isso não deveria ocorrer somente em momentos de crise, mas em nossa maneira de gerir nossos negócios.

Vemos diversas lições que a pandemia nos trouxe e ainda nos traz diariamente. Porém, aqui gostaria de destacar algumas que considero ser as maiores mudanças no varejo ocorridas no último ano. Acompanhe! 

Mudanças no varejo: as 5 principais lições que a pandemia trouxe para o trade marketing e o varejo

1. Importância de desburocratizar os processos de decisão

A primeira das 5 mudanças no varejo que merece ser pontuada é a importância da tomada de decisão rápida e imediata. 

Sabemos que ainda é comum a grande burocratização das decisões dentro das grandes e médias companhias. Principalmente naquilo que envolve o comportamento da indústria no varejo, mais precisamente no cenário de trade marketing. 

Como esse ainda é um departamento em evolução dentro das indústrias, em muitos casos há uma falta de autonomia para a tomada de decisão, dependendo bastante do aval comercial ou até mesmo de marketing que podem travar as suas ações e comprometer a velocidade das ações que devem ser realizadas em loja. 

O profissional de trade marketing precisa ser mais valorizado e ter a capacidade de tomar suas decisões com agilidade, pois afinal é ele quem está na principal ponta, a da venda.

2. Segmentar a atuação de sua marca no PDV

Já faz um tempo que ouvimos falar em quão importante é definir o comportamento das marcas por tipo de canal, rede de lojas e região, mas efetivamente ainda há muito que se fazer. 

A pandemia nos mostrou que toda a jornada do shopper pode ser facilmente modificada de acordo com seu momento e realidade de vida. Além disso, o naturalmente o correto a ser feito é seguir essas mudanças e ajustar o jeito que você enxerga as suas ações para sell out, conforme a necessidade do consumidor.

Visto isso, além das estratégias de preço, pensadas para os diversos canais de vendas, a comunicação e as ações no PDV também devem ser desenvolvidas de maneira muito mais segmentada. E isso é algo que merece ser pontuado entre as principais mudanças no varejo desde o início da pandemia

Existe ainda um oceano azul para as indústrias que entenderem que a comunicação em loja deve ter o shopper no centro de tudo. Ela deve ser pensada com base nas suas missões de compra e ser construída entendendo a jornada do cliente no estabelecimento, tendo como base a visão do comportamento de produtos, de acordo com a categoria, pelo tipo de canal, rede e região. 

Definitivamente a pandemia nos mostrou que a comunicação para o shopper é diferente da comunicação para o consumidor. 

3. Enxergar o papel mais estratégico do promotor de vendas

O promotor continua sendo uma figura central na ponte entre as marcas e o consumidor. E o PDV é o lugar no qual 72% da decisão acontecem. 

Todas as mudanças no varejo trazidas pela pandemia exigiram atualizações do trade e dos profissionais que atuam no setor. Com isso, as novas ações dos promotores de venda passaram a ter um papel muito mais estratégico. Surgiu uma nova demanda nos estabelecimentos. 

Ademais, os promotores precisaram observar e absorver as necessidades do shopper. Também, compreender os novos hábitos de consumo e entender de que maneira eles podem facilitar a jornada do cliente no PDV. 

Muito além de fazer a reposição, demonstração e de analisar os itens que tem mais saída, os promotores também são responsáveis por:

  • Promover o cross merchandising de produtos;
  • Criar bons pontos extras na loja;
  • Se relacionar com o gerente de loja e juntos pensarem e criarem ambientes ‘temáticos’. Como, por exemplo, ter um local específico para itens de café da manhã ou para o churrasco, a fim de deixar o momento de compras mais ágil. Entre outros!

As mudanças no varejo exigiram uma habilidade nova, a de olhar de forma mais ampla, uma visão 360° graus. 

Além disso tudo, também é papel do promotor fazer uma análise detalhada da concorrência. Ele deve coletar dados estratégicos e essenciais para a indústria, compreendendo que isso é de fundamental importância para embasar as tomadas de decisões por parte dos departamentos de trade.

4. Aprofundar sua relação indústria e varejo

O cenário atual é um momento em que todos estão procurando novas formas para vender mais e melhor. E uma dessas oportunidades está no compartilhamento de informações, alinhamento de estratégias e na união de forças entre a indústria e as redes de varejo. 

E por que não entre as próprias indústrias com produtos que se complementam na vida do consumidor? Essa relação pode ser muito mais estratégica e proveitosa se ambos entenderem que precisam construir seus planos de vendas juntos. E, durante a pandemia, isso se tornou ainda mais necessário. 

Vale ressaltar ainda que, cada vez mais, o cliente tem contato prévio com o produto. Antes mesmo de ir à loja, já que sua jornada de compra se tornou mais digital. 

Com isso, dentre as mudanças no varejo observadas nesse último ano, é importante que o varejista construa uma lógica de compra que vai da casa do shopper até a gôndola. Só isso já garantirá resultados melhores, mais vendas e relações comerciais mais vantajosas para todos. 

Quando indústria e varejo se unirem, certamente a experiência de compra no PDV físico será ainda melhor. E isso é mais um ponto a ser considerado durante a situação atual.

5. Potencializar seus resultados por meio das pessoas

Como falar das mudanças no varejo e das lições que essa pandemia está nos trazendo sem mencionar as pessoas? Creio que esse momento está nos oferecendo uma nova visão dos verdadeiros potenciais do ser humano. 

Nossa tendência à digitalização e robotização das coisas nos mostrou que nada disso pode nos trazer benefícios concretos, sem antes entendermos o valor e os papéis das pessoas em todos os processos que envolvem os desafios de vendas no varejo nos dias atuais. 

Destacamos a importante coragem de um promotor no segmento varejista. Ele se tornou a linha de frente do abastecimento da população e gerador de informações sobre o que está acontecendo na loja. Isso tudo enquanto a maioria da população está em casa. 

Também, a inovação gerada pelas pessoas envolvidas nos BKO´s das agências de trade para que seus clientes pudessem vender mais. Ainda, os profissionais de trade indústria e varejo que se disponibilizaram a enxergar os desafios de maneira criativa e disruptiva. 

São todas essas pessoas que fizeram e podem fazer cada dia mais a diferença. Sempre, é claro, colocadas em um modelo de gestão muito mais humanizado.

Artigo escrito por André Romero – Especialista em construção da comunicação das marcas no varejo. Diretor da Allis Comunicação, a primeira agência voltada a atender especificamente as demandas do trade e varejo, dentro da mais tradicional empresa de trade marketing do mercado – a Allis Field Marketing.

A ponta de gôndola é considerada um “ponto extra” de venda nos supermercados. É ela quem “encabeça” toda a gôndola do seu corredor e, assim, oferece um grande destaque para os produtos que são estrategicamente posicionados nela.

Isso acontece porque os produtos colocados na ponta de gôndola são vistos com mais facilidade pelas pessoas que estão transitando no seu supermercado. Inclusive, às vezes é pela ponta de gôndola que os clientes reconhecem o que é comercializado em cada corredor. E é a partir disso que os shoppers optam por transitar – ou não, – naquele setor.

Por isso, saber o que colocar e como organizar esse ponto extra de venda pode ser tão importante para o seu varejo. E é para te ajudar nessa missão que preparamos esse artigo.

Ps: aqui vamos falar mais especificamente sobre a ponta de gôndola. Mas, se você tem interesse em saber como explorar outros pontos de venda de forma estratégia, confira também nosso texto sobre 4 formas de explorar os pontos extras em supermercados.

6 dicas para montar e organizar a sua ponta de gôndola

1. Escolha bem o produto – ou os produtos – que irão estar nela

O ideal é expor, no máximo, dois produtos na ponta de gôndola do seu negócio. Como o espaço nesse ponto de venda não é muito grande, ele deve ser bem pensado e utilizado. Por isso, pense de forma estratégica em como utilizá-lo. Algumas sugestões são:

  • Fazer uma ponta composta apenas por um produto que esteja em promoção, tenha uma grande saída e/ou mereça grande destaque;
  • Posicionar produtos da mesma marca, mas com aromas, sabores e cores diferentes. Por exemplo: dois produtos de limpeza que mudam apenas a fragrância, pipocas de microondas em que muda-se apenas o sabor, entre outros.
  • Outra opção é apostar no cross selling. Ou seja, na estratégia de expor lado a lado produtos complementares. Assim, o cliente compra o que queria e acaba levando algo a mais. Exemplos de cross selling que você pode aplicar na ponta de gôndola: cereais matinais e leite; pó de café e filtro de cafeteira; achocolatado e leite condensado; macarrão e queijo ralado e/ou molho de tomate, etc. 

2. Cogite montar uma “orelha” para complementar a ponta de gôndola 

Se você deseja aumentar a quantidade de produtos expostos na ponta de gôndola, uma ideia é criar aquilo que chamamos de “orelha”. A orelha é um rack ou display que costuma ser montado ao lado da ponta de gôndola, complementando-a.

Você pode colocar na orelha os mesmos produtos ou então apostar na estratégia de cross selling que citamos no tópico acima. 

3. Use o espaço para movimentar a venda dos produtos sem giro

Por ser um ponto de venda extra com bastante visibilidade, a ponta de gôndola também pode ser utilizada para colocar aqueles produtos que estão encalhados e sem giro. 

Para essa estratégia funcionar, lembre-se de organizá-los de forma adequada, sinalizar com cartazes e, se possível, fazer kits e/ou promoções do tipo “leve 3 pague 2”. Essa ação vai aumentar o ticket médio das vendas e, ao mesmo tempo, ajudar a girar o seu estoque.

4. Use o espaço para colocar produtos em promoção

Já pensou em ter uma ponta de gôndola do seu supermercado voltada para os produtos que estão com boas ofertas? Essa também pode ser uma estratégia válida para o seu negócio.

Você pode escolher uma ponta de gôndola que fique mais ao final do seu varejo para colocar essa estratégia em prática. Assim, os shoppers caminharão por mais corredores do seu supermercado até chegar na “ponta de gôndola de ofertas imperdíveis”.

5. Varie os produtos com frequência

De tempos em tempos mude os produtos que estão expostos na ponta de gôndola. De forma estratégica, é claro.

Para isso, analise quais foram os produtos mais (ou menos) vendidos no último mês ou semana, por exemplo. A partir disso, verifique quais mercadorias fazem sentido serem expostas na ponta de gôndola.

Conheça o seu cliente – através de dados e não de achismos, – e, então organize a sua ponta de gôndola com maestria. Lembre-se de que administrar e fazer a gestão de um supermercado é algo dinâmico e que deve acompanhar diariamente as necessidades e desejos dos clientes.

6. Fique atento às etiquetas de preços

Essa é uma dica que vale para todos os setores do seu supermercado. É essencial que os preços dos produtos estejam sempre certos e fáceis de encontrar.

Afinal, quando um consumidor olha um produto mas não encontra o preço, as chances de ele deixar de fazer a compra são muito maiores.

Assim sendo, mesmo se você organizar bem a sua ponta de gôndola e escolher de maneira estratégica as mercadorias que irão compor ela, de nada adianta se os preços não estiverem bem sinalizados. 

É hora de montar a ponta de gôndola do seu supermercado! 

Com essas dicas, você está mais do que preparado para ter pontas de gôndola organizadas, que vendem muito, auxiliam a aumentar o ticket médio nas vendas, proporcionam uma experiência positiva para o cliente e muito mais!

Ademais, se tiver dúvidas sobre como conhecer melhor os seus consumidores e busca soluções completas para atendê-los, entendê-los e surpreendê-los cada vez mais, entre em contato conosco e saiba como a Mercafacil pode te ajudar!

Desde o final de 2019, o varejo vem sentindo uma mudança significativa nas preferências do consumidor. Entre as alterações e novos hábitos, tem crescido a procura pelos mercados de vizinhança. E a pandemia reforçou esse comportamento. A Allis, uma empresa de Field Marketing, tem notado um crescimento de cerca de 20% na busca pelos locais que ficam perto de casa. Ou seja, os mercados de vizinhança e/ou de bairro.

Principais fatores que favorecem o crescimento da procura pelos mercados de vizinhança

Fatores como localização e facilidade de chegar, já que este tipo de estabelecimento costuma estar próximo da residência, compras de itens pontuais e agilidade, têm levado os consumidores a procurarem por esse tipo de estabelecimento.

Com a pandemia, o movimento continuou e a procura pelos mercados de vizinhança foi reforçada pelo pensamento de ajudar os empreendedores e varejistas menores, contribuir com o comércio local, além da chance de encontrar lojas mais vazias, com menor aglomeração.

“Já estávamos sentindo uma movimentação dos consumidores para os mercados de vizinhança desde 2019. E no ano passado aumentou significativamente, também por conta da pandemia”, comenta André Romero, diretor da Allis, e especialista em construção de marca no ponto de venda. 

O profissional ainda reforça que “o movimento está sendo impactado pela mudança no jeito de comprar, afinal, o consumidor procura mais agilidade e praticidade. E, claro, pela Covid-19, já que as pessoas optaram por lojas mais vazias para fazer suas compras e passaram a ficar mais tempo em casa, consumindo do comércio do próprio bairro”, diz Romero.

– Você também pode se interessar por: Como gerenciar um supermercado de pequeno porte? 

Mercados de bairro tendem a crescer em 2021

Dados da Nielsen sobre os novos hábitos dos consumidores mostram que há uma tendência no crescimento desses estabelecimentos, em 2021. Em pesquisa realizada no ano passado, 33,4% dos entrevistados afirmam que vão manter a redução de visitas aos estabelecimentos comerciais, como supermercados. 

Além disso, um em cada quatro consumidores revela a intenção de seguir privilegiando as compras nas lojas perto de casa. Ademais, 16,9% afirmam que vão manter a despensa abastecida. 

Com um cenário ainda incerto quanto à retomada total das atividades nas cidades, atreladas às dúvidas e o processo da vacinação, muitos consumidores ainda serão cuidadosos sobre voltar a frequentar locais como bares e restaurantes: 17,1% dizem que passarão a ir menos nesses ambientes. Assim, a alternativa é abastecer a casa. Pois, pelo visto, o isolamento social ainda deve se prolongar por mais um tempo pelos municípios brasileiros.

O fato pode ser positivo para varejistas menores, que não pertencem às grandes redes, e são conhecidos como mercados de vizinhança ou lojas de bairro. Esses negócios podem aproveitar o momento para crescer e aumentar a vendas. 

Dados da GFK Brasil revelam que 37,9% dos donos de pequenos estabelecimentos disseram ter feito mudanças no mix de produtos nas lojas em 2020. E 11,5% aumentaram a oferta de produtos ligados à pandemia.

Ademais, os hábitos de higiene e limpeza devem ser mantidos. Também, ações como limpar a casa mais vezes deve ser continuado por 25,7% dos entrevistados pela Nielsen. Assim, essa é a oportunidade para os mercados de vizinhança tentarem uma retomada nos resultados. 

Soluções para os mercados de vizinhança

Neste cenário, encontrar soluções completas, tecnológicas, eficientes e práticas para fazer uma melhor gestão dos mercados de vizinhança, pode fazer toda a diferença para o sucesso da loja.

Se o seu negócio deseja adequar-se à essa tendência de crescimento, esse pode ser o momento certo para conhecer a plataforma de Gestão de Clientes da Mercafacil e implementar nossas soluções para o seu supermercado. Fale com um dos nossos consultores e saiba como podemos te ajudar a alavancar seus resultados em pouco tempo.

Você já deve ter ouvido falar que estamos passando por mudanças no setor supermercadista. E uma dessas grandes mudanças está relacionada com a digitalização do varejo.

Dentre seus pilares, a digitalização do varejo reforça a importância de oferecer experiências positivas para o consumidor tanto na loja física quanto por canais de comunicação e de venda remotos. E provavelmente o fato mais importante que faz com que seja essencial o seu supermercado adaptar-se a essa novidade é:

Não se trata de “escolher modernizar” o seu negócio, mas sim compreender que essa é uma escolha que já foi feita pelo consumidor. E é o seu varejo que deve adaptar-se às novidades e tendências para não ficar para trás. Está pronto? 

Entendendo a digitalização do varejo

O preço das suas mercadorias ainda é importante, sim. Mas não é o fator fundamental para atrair, conquistar, reter e fidelizar os clientes. Afinal, os consumidores atuais buscam por:

  • Praticidade;
  • Conforto; 
  • Imediatismo;
  • Disponibilidade de horário;
  • Segurança;
  • Qualidade (nos produtos e no atendimento),
  • Facilidade na hora de efetuar as compras e de se comunicar com a loja, caso necessário, entre outros. 

Esses são alguns pontos que passaram a ganhar mais relevância para o consumidor atual na hora de ele se relacionar e comprar do seu supermercado. E eles estão diretamente relacionados com a digitalização do varejo. Ou seja, com a sua marca estar presente em diversos canais e, mais do que isso, oferecendo boas soluções em todos eles.

Ademais, essa mudança de comportamento dos consumidores, apesar de ter passado por um aceleramento abrupto, causado devido à pandemia, já era esperada. Ela apenas chegou um pouco antes do “previsto”. Entretanto, os hábitos e preferências de consumo dos consumidores já estavam sendo alterados de forma contínua.

Para ter sucesso na digitalização do varejo considere os seguintes pontos

1. Omnicanalidade e jornada figital

  • Omnicanalidade significa multicanais.
  • Figital nada mais é do que a união das palavras “físico” + “digital”. 

Ou seja, esses dois conceitos andam interligados, reforçando a importância de o seu varejo estar presente em diversos canais, desde as lojas físicas (PDVs) até os remotos e digitais.

Hoje, a jornada de compra do consumidor não é mais linear. Antigamente, o cliente ia até a loja física, fazia suas compras, e ia embora. Atualmente, existe uma integração entre o PDV e os canais digitais, permitindo que o cliente passe por diversos canais em uma mesma compra. Por exemplo:

  • Quando o cliente faz a compra via um canal online, como o whatsapp, aplicativo ou site, mas decide buscar as compras na loja
  • O cliente vai até a loja e escolhe os produtos que ele quer, mas não leva as compras naquele momento, recebendo-as em casa
  • O cliente está no PDV mas, ao mesmo tempo, está utilizando o celular na loja para fazer pesquisas de preço
  • O consumidor pesquisa o preço via encartes digitais e decide o que deseja comprar, mas prefere ir até o seu supermercado para fechar a compra. Entre outros.

Como você pode perceber, a omnicanalidade se torna imprescindível e são várias as possíveis jornadas de compras figital.

Entendendo o comportamento figital na digitalização do varejo 

De acordo com a pesquisa “Varejo em Transformação“, feita pela Deloitte em 2019 (ou seja, ainda antes da pandemia), em 65% das empresas ouvidas, mais da metade dos clientes já apresentavam comportamento figital. Por exemplo, vários deles consultavam preços na internet enquanto estavam na loja física.

Além disso, o estudo também mostrou que as empresas que contavam com mais opções de canais apresentaram aumento nas vendas. Das 24% das empresas que possuíam cinco ou mais destes canais de vendas, 71% registraram aumento na saída dos produtos.

E, se antes da pandemia esses números já eram expressivos, eles aumentaram ainda mais de acordo com as mudanças no comportamento do cliente.

2. Envolvimento de todas as áreas do supermercado 

A digitalização do varejo passa por todas as áreas do seu supermercado.

Podemos citar, primeiramente, o marketing. Ele deve sair da esfera apenas promocional – ou seja, de apenas divulgar encartes e promoções, – para se tornar um marketing personalizado, que crie um relacionamento com o cliente, compreenda e valorize a jornada figital (que citamos anteriormente).

Esse cuidado com o marketing poderá resultar em um aumento no fluxo das lojas físicas e, também, maior reconhecimento e interação via canais digitais. 

O resultado? Seu supermercado passa a ser mais lembrado pelos clientes e, com um trabalho bem feito, é esperado que haja mais faturamento para o seu negócio.

Ademais, esse feito chega até a área de operação e logística, que deve otimizar seus processos para oferecer soluções cada vez mais ágeis e modernas. Entregas mais rápidas, por exemplo.

Além de todos esses cuidados, também é de extrema importância que haja o envolvimento dos profissionais operadores de caixa e demais atendentes. Todos devem estar cientes da mudança no comportamento dos clientes e encontrar boas soluções para tornar a experiência dele com a sua marca a mais positiva possível.

Entende como trazer a digitalização do varejo para o seu negócio é uma espécie de “bola de neve”? Quando uma área passa a compreender essa mudança e levá-la a sério, todas as outras devem seguir a mesma linha. 

3. Foco na experiência do seu cliente 

A digitalização do varejo surgiu como uma consequência das mudanças de hábitos e comportamentos do seu cliente. Por isso, é sempre importante lembrar que o principal foco da estratégia do seu varejo deve ser, sempre,  garantir a melhor experiência para o seu cliente.

E, neste cenário, é muito importante que o seu supermercado conheça, compreenda e saiba como tornar essa experiência do cliente com a sua marca a mais positiva possível. É isso o que fará com que o cliente se torne fiel e, mais do que isso, vire um propagador do seu negócio.

Sabendo disso, uma excelente forma de você efetivamente colocar o seu cliente no foco da sua empresa é utilizar um bom software de Gestão de Clientes. Com ele, você poderá entregar a oferta/mensagem certa, na hora certa, para a pessoa certa, pelo canal ideal.

Está em busca de aderir à digitalização do varejo o quanto antes e de maneira assertiva? Então esse pode ser o momento certo para conhecer a nossa plataforma completa de Gestão de Clientes e implementar nossas soluções para o seu supermercado. 

Fale com um dos nossos consultores e saiba como podemos te ajudar a alavancar seus resultados em pouco tempo. 

Você sabe quais são as principais tendências de marketing digital para supermercados previstas para 2021?

A esta altura, você já deve ter compreendido a importância de contar com um marketing digital afiado, por dentro das novidades de mercado e, mais importante… Que traga resultados mensuráveis para o seu negócio. Certo?

E foi pensando nisso que nós selecionamos para você tópicos relevantes, que podem te ajudar a dar um norte para este ano.

Para isso, utilizamos uma pesquisa popular realizada pela Deloitte e demais fontes referências no mercado. Assim, compilamos as ideias e chegamos a 4 tendências de marketing digital para supermercados que podem fazer toda a diferença para o seu negócio crescer em 2021. Confira!

4 tendências de marketing digital para supermercados terem sucesso em 2021

1. Marketing feito “dentro de casa”

Vamos começar esse tópico sobre as tendências de marketing digital para supermercados ressaltando que é claro que existe muito espaço para agências especializadas. Também, elas continuarão existindo e podem desempenhar um excelente papel para o seu varejo.

Inclusive, em alguns casos – normalmente tratando-se de redes de supermercados maiores – é possível fazer uma mescla entre agência e profissionais “de casa”.

Entretanto, uma das tendências que ganha cada vez mais espaço é a de contar com profissionais de marketing internos. Ou seja, que sejam efetivamente funcionários do seu supermercado.

Alguns dos fatores que proporcionam essa mudança estão relacionados com o profissional “de casa” ter um maior conhecimento sobre a sua marca.

Afinal, ele está ali todos os dias, sabe quem são os clientes, o que vale a pena ser documentado e, também, poderá observar, registrar e postar situações espontâneas que acontecem no cotidiano. Isso tudo aumenta a proximidade da marca com o público.

Além disso, essa é uma estratégia que pode representar mais agilidade nos materiais e um menor custo financeiro para o seu supermercado.

2. Chatbot (assistente virtual) veio para ficar e é uma das tendências de marketing digital para supermercados

De acordo com dados do Mapa do Ecossistema Brasileiro de Bots – 2020, a quantidade de chatbots/robôs de conversação desenvolvidos pelas empresas que atuam nessa área no Brasil aumentou 68% em um ano, passando de 60 mil em 2019 para 101 mil em 2020.

Ou seja, o chatbot é uma tendência que já se tornou realidade, mas continua em franco crescimento. Proporcionando conversas cada vez mais naturais, essa ferramenta pode ser uma excelente aliada para:

  • Aumentar a eficiência do seu varejo, já que funciona 24h por dia, 7 dias por semana, sem que haja a necessidade de intervenção humana
  • Resolver questões simples de maneira ágil – como horário de funcionamento, envio de encartes, informações a cerca de inaugurações, endereço das lojas, formas de pagamento aceitas pelo supermercado, entre outros
  • Coletar dados valiosos dos clientes
  • Disponibilizar avaliações para serem feitas – tanto do atendimento via chatbot quanto de demais setores da sua loja
  • Gerar uma experiência positiva para os consumidores

Ademais, vale lembrar que o chatbot pode ser implementado por redes varejistas de todos os tamanhos. Afinal, não existem limitações para essa solução tecnológica.

Na Mercafacil nós oferecemos essa solução para os nossos clientes e, abaixo, você confere um exemplo de como o chat funciona na prática ao interagir com o usuário: 

Chatbot Mercafacil

3. O poder das redes sociais que engajam e vendem

Outra das tendências de marketing digital para supermercados que veio para ficar está relacionada com as redes sociais. Essas mídias são importantes para a proximidade com os seguidores mas, além disso, também podem ser poderosas aliadas nas vendas.

E não estamos falando apenas das vendas online realizadas por essas plataformas, apesar de elas também fazerem parte dessa estratégia. Mas também, estamos ressaltando o papel que as mídias digitais têm na digitalização do varejo e de promover uma facilidade na jornada figital (física + digital). Ou seja:

  • Seguidores das redes sociais que veem conteúdos e/ou produtos postados nas redes sociais e vão até a loja para comprá-los
  • Clientes que vão até a loja física e, durante as compras, utilizam as redes sociais para verificar as promoções/fazer pesquisas de preço
  • Consumidores que fazem compras via canais online, como o whatsapp, aplicativo, site ou redes sociais, mas decidem buscar as compras na loja, entre outros.

Ou seja, além de as redes sociais poderem ser utilizadas efetivamente como um canal de vendas, elas também desempenham esses outros importantes papéis para o seu supermercado.

A compra pode, ou não, ser concluída por meio das ferramentas das redes sociais. Não é exatamente esse o ponto. O ponto é: é muito importante o seu varejo ter perfis nas mídias sociais que engajam, aproximam o relacionamento, geram mais possibilidades de vendas e, assim, aumentam o faturamento do seu negócio.

4. Personalização na comunicação é outra das tendências de marketing digital para supermercados

A personalização também é outra das tendências de marketing digital para supermercados que veio forte nos últimos tempos. Por personalização, queremos ressaltar a importância de o seu supermercado saber muito bem com quem está se comunicando. 

Essa estratégia de personalização permite que as empresas entreguem um conteúdo individualizado aos destinatários. E isso é feito por meio da coleta e análise de dados obtidos através de tecnologias de automação. 

Utilizando plataformas completas, seu varejo entrega a mensagem/oferta certa, para o cliente certo, na hora certa, pelo canal ideal. Esse cuidado é cada vez mais valorizado pelo consumidor e, também, é extremamente positivo para a sua marca. 

Isso acontece porque a personalização da comunicação garante:

  • Uma melhor experiência ao seu consumidor – já que ele recebe mensagens/ofertas que considera relevante.
  • Melhores resultados para o seu negócio – já que suas ações de comunicação passam a ser mais assertivas e trazem melhores taxas de sucesso.

Para saber mais sobre o assunto, confira o nosso artigo sobre o CBM, a ferramenta da Mercafacil que é a evolução do CRM. Quem sabe, o CBM pode ser a solução ideal para você compreender melhor o comportamento dos seus clientes e transformar esses insights em ações lucrativas.

Compreendendo e aplicando as tendências de marketing digital para supermercados

Pois bem, gostou de conhecer um pouco mais sobre algumas das principais tendências de marketing digital para supermercados que chegaram com tudo para 2021? Já está aplicando alguma delas no seu varejo? Deixe aqui seu comentário!

E claro, se você estiver em busca de utilizar uma ferramenta completa para conhecer de vez os hábitos de compras do seu cliente, entre em contato conosco e conheça nossas soluções personalizadas para o seu varejo.

Hoje, mais de 1400 lojas ao redor do país já contam com o CBM da Mercafacil em sua estratégia. Que tal passar a ter essa plataforma trabalhando a seu favor também?

Você já está fazendo o seu planejamento para 2021? Pois chegou a hora de debruçar-se no calendário do próximo ano e começar a definir como será 2021 para o seu negócio. 

Sabemos que 2020 pegou todos nós desprevenidos. Os varejistas se viram obrigados a adaptar o seu negócio “no susto”, sem um planejamento prévio ou operações prontas para lidar com as novas demandas. Porém, 2021 tem tudo para ser diferente.

Afinal, já estamos mais adaptados à tal “nova realidade”. Também, passamos a conhecer melhor as tendências e comportamento dos consumidores que vieram para ficar, assim como as preferências dos clientes na hora de fazerem as compras.

De acordo com informações do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar) divulgados pelo InfoMoney, existem três grandes tendências do varejo que vieram para ficar e devem receber um destaque no seu planejamento para 2021.

Planejamento para 2021: 3 tendências do varejo que vieram para ficar

Mais do que compreender estas tendências, é importante que você saiba como interpretá-las e como desenvolver ações que estejam em sintonia com elas. Estamos falando de: 

1. “Faça você mesmo” e consumo local 

Depois de passar mais tempo em casa devido à pandemia, e, também, das possíveis restrições financeiras impostas pelo Covid-19, o consumidor passou a fazer seus próprios produtos – e ele gostou desta ideia. O prazer do “faça você mesmo” voltou à rotina  e deve permanecer como uma tendência para o ano que vem.

Além desta tendência, a escolha por consumir produtos vendidos localmente e de forma segura também é algo que veio para ficar. O consumidor atual valoriza os micro e pequenos empreendedores locais. E essa valorização não se deve apenas pela comodidade de fazer suas compras em um local perto de casa, mas também por sentir que está ajudando a economia da região.

Para corroborar ainda mais essa nova tendência, vale destacar que, segundo dados divulgados pela SA Varejo:

  • 72% dos consumidores estão comprando mais em lojas de bairro;
  • Lojas de vizinhança cresceram 10,1% do início do ano até a metade de junho, na comparação com o mesmo período de 2019.

2. Slowlife e consumo crítico/colaborativo

“Slowlife” ao pé da letra significa “vida devagar”. Este conceito está relacionado com o novo ritmo da vida adquirida com a pandemia e com a eliminação daquilo que não é essencial. 

A chegada do Covid-19 fez com que o consumidor desenvolvesse uma visão mais analítica sobre aquilo que ele consome e, também, a repensar algumas das suas necessidades. Há o aumento da valorização de experiências do que de itens.

Há uma mudança de pensamento da vontade de “ter o bem” para “ter acesso ao bem”. O Uber é um exemplo disso: você abre mão de ter um carro (um bem), para ter acesso a ele (a partir do uber e demais aplicativos que facilitem o deslocamento).

3. Redes sociais, interação remota e digitalização

As redes sociais já vinham desempenhando um papel importante para o varejo e, com a pandemia, sua função tornou-se ainda mais valorizada. Assim sendo, ao pensar no seu planejamento para 2021, é essencial dar um papel de destaque para esses poderosos canais de comunicação e de “vitrine” para o seu varejo. Falaremos mais disso logo abaixo. 

Agora que você sabe quais são três fortes tendências de consumo para o próximo ano, é hora de começar o planejamento para 2021 no seu varejo. 

Planejamento para 2021: como aproveitar essas três tendências no seu varejo?

Conheça o seu cliente

O “Consumo local”, que citamos lá no primeiro tópico, está diretamente ligado com o atendimento personalizado que você, e somente você, oferece ao seu cliente. E, para isso, é essencial que você conheça-o e saiba muito bem como atendê-lo e tratá-lo.

Para isso, além de apostar em um atendimento impecável na sua loja, é hora de contar com a tecnologia para te ajudar nessa missão. Sim, a tecnologia não só pode, como deve, estar no seu planejamento para 2021. E cabe a você saber como utilizá-la das maneiras mais proveitosas para o seu supermercado.

Um bom investimento é passar a contar com um software de gestão de clientes para o seu negócio. Essa ferramenta faz com que você compreenda de forma mais precisa e assertiva quem são os seus consumidores.

Assim, você passa a entender a maneira a qual eles se comportam, o que desejam quando vão até a sua loja, qual o ticket médio das compras, entre outros. Você identifica o seu faturamento e cria o seu próprio clube de descontos, fidelizando e valorizando o seu cliente.

Valorize a região

Falando em valorização, outro ponto importante para o planejamento para 2021 é compreender que o varejo de proximidade está em alta. Então… Aproveite!

Que tal buscar parcerias com outras empresas da região? Estamos falando desde fornecedores para o seu supermercado, até academias, lotéricas, salões de beleza, lojas, pet shops, gráficas, entre outros. Entenda o seu papel na região em que está localizado e ajude a torná-la mais rica.

Assim, além de atrair os consumidores que moram e/ou trabalham por perto, você também terá maior capacidade de chamar atenção daqueles que não costumam estar sempre presentes na região, mas que estão curiosos para conhecer o seu varejo.

Use os canais de comunicação e redes sociais de maneira inteligente 

Suas redes sociais são extremamente poderosas. Além delas, canais de comunicação como o e-mail, WhatsApp e SMS, e ferramentas como o chatbot (assistente virtual) e o Push também devem ser exploradas pelo seu varejo e fazer parte do seu planejamento para 2021.

Além de divulgar informações mais “óbvias” e relacionadas apenas com a venda de produtos – como o encarte do seu supermercado, por exemplo, – você pode usar seus canais de comunicação para estreitar o relacionamento com o seu cliente, conhecê-lo melhor e, até mesmo, ensiná-lo.

Por exemplo, conforme citamos no início do texto, o “Faça você mesmo” está em alta. Assim sendo, já pensou em criar uma série nas suas redes sociais em que você ensine o seu consumidor a fazer artigos por conta própria? Você pode fazer vídeos tutoriais, carrossel de fotos ou, até mesmo, incluir um “faça você mesmo” em um dos seus encartes. No fim, você ressalta que todo os produtos utilizados podem ser encontrados na sua loja.  

Explore este universo! Você pode sugerir desde receitas diferentes, passando por brinquedos feitos à partir de itens recicláveis, enfeites para casa, quadros decorativos, porta-retratos, vasos de flores, entre outros! Assim, você está incentivando o seu cliente a colocar em prática a criatividade e, em alguns casos, até auxiliando-o a criar uma nova fonte de renda. Sirva de inspiração, o seu negócio tem este poder! Basta saber como aproveitá-lo.

É hora de fazer o planejamento para 2021 

Agora você já sabe um pouco mais sobre algumas das tendências de consumo que vieram para ficar. Então, que tal começar a fazer o seu planejamento para 2021 e oferecer destaque para elas?

Ademais, lembre-se de que a Mercafacil está aqui para te auxiliar neste processo. Entendemos que cada cliente é diferente buscamos te ajudar a compreender e a fidelizar cada um deles. Ficou interessado? Então conheça as nossas soluções completas para o varejo. Agende uma demonstração gratuita com um dos nossos especialistas e surpreenda-se.

Você já ouviu falar nas estratégias de sell in e sell out no varejo?

Acredite: conhecê-las e saber como utilizá-las para guiar suas compras, campanhas e ações pode ser de grande auxílio na hora de potencializar as suas vendas. Também, são ações que permitem que você tenha um maior controle e gestão de todo o seu supermercado. Importante, não é mesmo?

Dessa forma, para te auxiliar a compreender um pouco melhor esses conceitos, preparamos este material. Pode até ser que você já coloque algumas dessas estratégias em prática e nem saiba disso. 

E então, vamos ver o que são as ações de sell in e sell out no varejo?  Acompanhe!

Mas afinal: o que é sell in e sell out? 

Sell in e sell out são duas ações que podemos chamar de complementares, pois fazem parte do mesmo processo. Para compreender melhor:

Sell in

É quando a indústria/fornecedor/fabricante vende seus produtos para um canal de distribuição – como o seu varejo, por exemplo.

Ou seja, o sell in está relacionado com a compra das mercadorias que você fará para o seu supermercado. O objetivo, é claro, é sempre contar com fornecedores e distribuidores que ofereçam preços e condições favoráveis ao seu negócio. Porém, de nada adianta você ter um ótimo estoque de produtos se eles não são adquiridos pelos seus clientes, certo?

Isso pode desencadear em produtos encalhados, que geram prejuízos e perdas para o seu negócio.

Sell out

O sell out, por outro lado, é o nome que se dá para a venda final e direta do seu negócio para os seus clientes. Para calculá-lo você avalia a quantidade do tempo que determinada mercadoria demora para sair da sua loja e ser adquirido pelo cliente.

Por exemplo, produtos com bom sell out são aqueles de alto giro, sempre requisitados pelos clientes e que não podem, em hipótese nenhuma, estar em falta no seu varejo.

Utilizando o sell in e sell out em sintonia perfeita

Você já compreendeu que o sell in consiste na compra de mercadorias para o seu varejo, enquanto o sell out consiste na venda destes produtos para os clientes, certo? Com isso em mente, é hora de você compreender a importância de ter essas duas estratégias sempre caminhando de forma alinhada, lado a lado. 

Mas como fazer isso? Pois bem…

O sell out deve guiar o sell in

Sim, é isto mesmo. 

O que deve guiar as compras para o seu supermercado é a saída destas mercadorias.

Afinal, de nada adianta você encontrar um fornecedor que ofereça um preço incrível por um produto se esse ítem não faz sucesso entre os seus consumidores. É claro que é importante aproveitar oportunidades que surgem ao longo da gestão do seu supermercado, porém, é mais essencial ainda fazer as suas ações baseadas em dados, e não em achismos/impulsividade.

Assim sendo, lembre-se que a projeção das ações de sell in devem ser proporcionais ao que o seu varejo projeta com o sell out. Caso as vendas de determinada mercadoria aumentem, você revê o abastecimento – ou seja, o sell in – e o faz em maior quantidade ou frequência.

O ideal é que esta dinâmica seja sempre mantida e esteja em sintonia. E, para isso, pode ser essencial contar com um bom software de gestão no seu varejo.

Você pode buscar por uma plataforma que una em um só lugar várias informações e dados relevantes para evitar situações incômodas para o seu supermercado, como:

  • Produtos que encalham – quando o sell in é mal feito;
  • Mercadorias que ficam em falta, gerando a ruptura de gôndola – que acontece quando o sell out é mal projetado.

Entenda que a tecnologia é sua melhor amiga e veio para ficar. Ao invés de lutar contra, busque nela boas soluções para você diferenciar-se dos seus concorrentes e potencializar as ações do seu varejo. E é esse pensamento que nos leva ao próximo tópico. 

Usando a tecnologia para guiar suas ações

A tecnologia traz ferramentas vitais para você ter um bom controle do seu varejo. Um exemplo de sucesso é o CBM (Consumer Behavior Management – Gestão de Comportamento do Consumidor) da Mercafacil. Com ele, você passa a ter dados completos e assertivos sobre todo o comportamento de compra do seu consumidor.

Assim, com esse conhecimento em mãos, a chance de você acertar nas compras para o seu estoque e, também, de desenvolver ações de marketing para divulgar as suas mercadorias, aumenta de forma exponencial.

Ou seja: com este software você potencializa as suas estratégias de sell in e sell out e, ao mesmo tempo, passa a conhecer de maneira mais profunda os seus consumidores. Você compreende:

  • As preferências de compras do seu cliente – marcas preferidas, produtos que compram com mais frequência;
  • Os dias do mês em que costumam fazer compra;
  • A quantidade de vezes que este cliente costuma frequentar a sua loja em determinado período – mensal, semanal, entre outros;
  • O ticket médio de cada compra;
  • Faixa etária, sexo, estado civil, onde moram, etc.

Com todas essas informações e dados coletados pelo CBM, é hora de você desenvolver estratégias eficientes e assertivas de sell in e sell out. Aproveite este conhecimento para garantir que o seu estoque esteja sempre adequado com a intenção de compra dos seus clientes, evitando o encalhamento ou a falta de produtos. E, mais do que isso, capriche nas ações de marketing, ressaltando que você oferece tudo aquilo que o cliente precisa. 

Por fim, lembre-se de que a Mercafacil está aqui para te auxiliar neste processo. Entendemos que cada cliente é diferente e, assim, buscamos te ajudar a compreender e a fidelizar cada um deles. Ficou interessado? Então conheça as nossas soluções completas para o varejo. Agende uma demonstração gratuita com um dos nossos especialistas e surpreenda-se.

Você sabe como alcançar os R$ 2.500/m² no seu supermercado, com 5% de lucro líquido? E, mais do que isso, sabe qual a importância de bater esses números no seu estabelecimento?

Acredite, atingir essas métricas com frequência e constância pode te ajudar a fazer com que o seu negócio chegue a um novo patamar, obtendo ainda mais sucesso.

Para te ajudar nessa missão, vamos te explicar melhor o que significa alcançar R$ 2.500/m² no seu supermercado com 5% de lucro líquido… E, é claro, oferecer boas dicas para isso. Acompanhe!

O que significa alcançar R$ 2.500/m² no seu supermercado?

Alcançar R$ 2.500/m² no seu supermercado com 5% de lucro líquido significa exatamente isso que você está lendo. Não existe forma de ser mais literal de explicar essa frase.

De acordo com Leandro Rosadas, especialista em supermercados, a média de vendas dos supermercados, segundo a pesquisa da Associação Paulista de Supermercados (APAS), é de cerca de R$2100/m².

“Porém, notamos que as lojas eficientes, que têm bons resultados e que chegam entre 5% a 6% de lucro líquido, são aquelas que conseguem atingir pelo menos R$2500m²”, comenta o especialista. 

Isso significa que: se o seu estabelecimento tem 100m², você deveria vender R$250 mil reais, por exemplo. 

Entretanto, sabemos que isso não acontecerá “do dia para a noite” e, muito menos, sem conhecimento e esforço da sua parte. Por isso, é muito importante que você, varejista, coloque isso como meta e trace o melhor caminho para alcançá-la.

Ademais, é para isso que estamos aqui: oferecer sugestões de ações que podem te ajudar a alcançar os R$ 2.500/m² no seu supermercado com 5% a 6% de lucro líquido.

Como alcançar R$ 2.500/m² no seu supermercado? Veja 5 dicas!

1. Dê atenção aos perecíveis 

A parte dos perecíveis do seu estabelecimento é essencial para te ajudar a alcançar os R$ 2.500/m² no seu supermercado. Ainda utilizando Leandro Rosadas como fonte, ele ressalta que “o ideal é que 50% do espaço total da sua loja seja composto pelos perecíveis”.

Assim sendo, mesmo se você tiver “somente” um hortifrúti, padaria ou açougue, já é possível alcançar os R$ 2.500/m². Entretanto, é claro que o objetivo torna-se mais palpável quando você tem um supermercado mais completo, em que há uma diversidade de produtos e o seu estabelecimento conta com todas essas áreas.

Por outro lado, se o seu negócio não conta com a parte de perecíveis e é composto apenas por uma mercearia, será mais complicado atingir os  R$ 2.500/m² – a não ser que seja uma loja de atacado.

O quanto cada setor deve representar em vendas totais no seu supermercado? 

Para você ter uma noção ainda mais clara de quanto cada setor do seu supermercado deve entregar em vendas, confira as porcentagens sugeridas abaixo:

  • Açougue: 25% 
  • Hortifrúti: 11%
  • Padaria:
    – Própria: 4%
    – Terceirizada: 2,5%
  • Laticínios: 9%
  • Bebida: de 12% a 15%
  • Mercearia doce: 14%
  • Mercearia salgada: 5%
  • Limpeza: 5%
  • Perfumaria: 4%
  • Bazar: 2%
  • Pet: 0,5%

*Dados retirados do blog do Leandro Rosadas

“Ué, mas esse somatório dá mais do que 100%?” 

Sim, e é para dar mais de 100%. 

Tendo como base essas porcentagens, você poderá verificar quais setores da sua loja estão indo bem e, também, melhorar aqueles que estão com a representatividade de venda abaixo do recomendado. 

Se o seu setor de hortifrúti está vendendo 20% da sua loja, é provável que outros setores estejam deixando a desejar, certo? Pois bem, então verifique quais são eles e busque desenvolver ações personalizadas para eles. Sem deixar de lado, é claro, o seu setor de hortifrúti. 

Neste cenário, uma boa dica é contar com uma plataforma de Gestão de Clientes completa para o seu negócio. Com ela, você:

  • Conseguirá identificar o comportamento dos seus consumidores;
  • Poderá oferecer a oferta certa para cada um deles, fortalecendo o relacionamento com eles;
  • Ao mesmo tempo, poderá aumentar as vendas dos setores que estão com índices ruins.

Por exemplo: caso você perceba que o seu setor pet está muito parado, que tal fazer uma campanha segmentada para o setor? 

Na plataforma, você pode buscar quem foram os clientes que compraram produtos da área no último mês e mandar uma SMS exclusiva para eles. Na SMS, você manda uma oferta relevante, que seja compatível com o histórico de compra deles. 

Com uma ação personalizada e assertiva dessas, a chance de eles darem atenção para a sua mensagem é muito grande, acredite!

2. Crie um layout de loja impecável

Outra dica importante para alcançar os R$ 2.500/m² no seu supermercado é criar um ótimo layout de loja. Ou seja: organizado, prático e inteligente. Para isso, é importante você preocupar-se com as seguintes questões:

  • Iluminação: utilize uma luz adequada para valorizar os produtos na prateleira e deixar o ambiente agradável;
  • Distribuição do espaço: nada de amontoar mercadorias em um ponto e deixar outro espaço vazio. Busque fazer uma distribuição adequada do local, passando a impressão de que o seu supermercado “tem de tudo”, e, ainda assim, é bem organizado e ordenado;
  • Comunicação visual agradável: use nomes simples e cores para sinalizar a divisão dos departamentos do seu estabelecimento, evitando a poluição visual. Inclusive, aproveite para utilizar as cores a favor do seu negócio. Que tal criar um hortifrúti colorido, colocando lado a lado frutas com cores contrastantes?  
  • Organize as gôndolas: evite ao máximo a ruptura de estoque e mantenha as gôndolas sempre em dia. Ou seja, com os produtos com os rótulos virados para frente e dando destaque – deixando na altura do olhar – aqueles que são os queridinhos dos clientes/você deseja chamar mais atenção.

Lembre-se que investir no layout de loja é investir na experiência do consumidor. E, se o seu objetivo é alcançar os R$ 2.500/m² no seu supermercado, é essencial que você cause uma experiência positiva ao seu cliente.

3. Aproveite os pontos extras do supermercado com inteligência

Todo supermercado tem pontos extras. Estamos falando principalmente das ilhas promocionais, pontas de gôndola, o check stand (frente de caixa) e o clip strip.

Esses pontos extras, quando bem aproveitados, podem fazer toda a diferença para aumentar o ticket médio das vendas, favorecer a experiência do cliente na sua loja e, é claro, te ajudar a alcançar os R$ 2.500/m². Por isso, busque formas de colocar em prática as estratégias que evidenciam esses pontos. 

Por exemplo, que tal apostar em um cross selling matador nas pontas de gôndola? Utilizando os dados obtidos pelo seu software de gestão de clientes, você saberá quais são os produtos queridinhos dos seus clientes e poderá desenvolver estratégias vencedoras de cross selling. Algumas combinações que costumam funcionar muito bem são:

  • Cerveja + salgadinhos
  • Vinhos + chocolate + queijos 
  • Macarrão + molho de tomate + queijo-ralado + azeite de oliva
  • Morango + leite condensado 
  • Massa de pizza + molho de tomate + queijo + orégano
  • Carnes variadas + carvão + pão de alho + queijo coalho

Essas são apenas algumas sugestões de cross selling que você pode experimentar no seu supermercado. Porém, use a criatividade – e, é claro, o seu sistema de gestão de clientes – para ter mais assertividade nas suas estratégias.

Além do cross selling, não esqueça de fazer uma frente de caixa com produtos que são “difíceis de recusar”. Por exemplo, chocolates, refrigerantes, salgadinhos, balas, entre outros. Esses itens são ótimos para aumentar o ticket médio das vendas e gerar uma sensação positiva aos seus clientes.

4. Use todo o potencial do marketing digital a seu favor

Outra dica fundamental para você ter sucesso na hora de alcançar os R$ 2.500/m² no seu supermercado é: utilize o marketing digital para valorizar o seu negócio. 

Lembre-se que o marketing digital engloba:

  • Canais de comunicação diretos: SMS, WhatsApp,Telegram, e-mail, chatbot, push.
  • Redes sociais: Facebook, Instagram, Twitter, LinkedIn, Youtube, Pinterest, entre outros.
  • Mídias pagas e sites online: blog de conteúdo, sites, sites de campanha/promoções.

Assim, você deve verificar quais desses canais fazem sentido para o seu negócio e, então, desenvolver ações específicas e assertivas para cada um.

Lembre-se que, seja quais forem os canais escolhidos e por mais que cada um deles traga suas particularidades, limitações, diferenças de formatos, entre outros, todos eles possuem algo em comum:

É essencial que você saiba com quem você está falando.

E é exatamente isso o que abordaremos no próximo tópico. 

5. Faça promoção dos produtos certos para os clientes certos

O que os seus clientes querem? Como oferecer o que eles querem e, ao mesmo tempo, criar ações que tragam alto ROI? 

Pois bem, para solucionar essas questões, há apenas um caminho: conhecer muito bem o seu cliente. E, para isso, é fundamental ter uma boa plataforma de gestão de clientes. Ou melhor, o CBM da Mercafacil.

É a partir desse conhecimento mais aprofundado sobre o comportamento do seu cliente que você poderá se debruçar em cima do marketing digital e fazer o seu planejamento de ações assertivas e com alto ROI.

Assim, conhecendo muito bem o seu cliente, utilizando a tecnologia de gestão a seu favor e colocando em prática as nossas dicas, com certeza será mais fácil você alcançar os tão desejados R$ 2.500/m² no seu supermercado.

Pronto para bater os R$ 2.500/m² no seu supermercado?

Por fim, que tal contar com a plataforma líder em Gestão de Clientes do Brasil para te ajudar a alcançar os seus objetivos? Marque uma demonstração gratuita com um dos nossos especialistas e surpreenda-se com as nossas soluções para o varejo. 

Mais de 1400 lojas ao redor do país já contam com o CBM da Mercafacil. Faça parte desse grupo você também!