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O futuro do varejo: 6 ideias inovadoras que vão mudar tudo

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O varejo, como todas as empresas e instituições, caminha para mudanças revolucionárias. O gestor que desejar manter-se competitivo precisa se ajustar aos novos tempos e incorporar em seu negócio as novas tecnologias e estratégias.

Acompanhe a seguir 6 ideias inovadoras que vão definir o futuro do varejo!

1. Mais engajamento do público consumidor

O varejo procura formas de engajar o público cada vez mais com o negócio. Assim, são oferecidos canais, rotinas, modelos, ações e programas que estimulam a participação do consumidor.

Em supermercados, por exemplo, pode-se apostar em um localizador de produtos em um tablet, otimizando as compras dos clientes ou em carrinhos que trazem jogos eletrônicos para as crianças, facilitando a vida das novas mamães.

Os varejos de recorrência podem investir em ações promocionais que estejam relacionadas a uma causa social ou ecológica, por exemplo. Assim, poderão aumentar o número de assinantes e compradores ou então ampliar o ticket arrecadado com cada assinante.

2. A integração de canais

O futuro do varejo também apresenta a integração de canais de venda. Na verdade, essa realidade já vem se afirmando com consistência há algum tempo.

No começo, o varejo contava somente com um canal que o ligava ao consumidor: a própria loja física. Com o tempo, surgiram as franquias, a venda direta, o e-commerce (loja virtual), o telemarketing, as redes sociais, os e-mails, os chats.

O cuidado que se deve tomar é o de manter todos esses canais integrados de forma que não haja conflitos de informações, deixando o cliente confuso.

3. Os combos

A integração não se efetiva apenas entre os diferentes canais de vendas de uma loja, mas é realizado também entre marcas diferentes.

Ao invés de considerar a outra marca como uma concorrente ou rival, a empresa pode vender os produtos dela junto com os seus próprios produtos. Assim, é possível satisfazer ainda mais o consumidor e se obtém mais vendas.

As empresas tendem a se tornar parceiras e não mais rivais, dividem seu espaço em vez de desejarem o espaço exclusivo.

4. A sustentabilidade

O futuro do varejo também traz mais responsabilidade ambiental das lojas. Elas tendem a assumir o papel devido na busca e na aplicação de uma economia mais sustentável, oferecendo produtos que não agridem o meio ambiente, bem como adotando práticas que reduzem a poluição do meio ambiente (como a logística reversa).

Uma economia sustentável também é uma economia mais enxuta, livre de desperdícios.

5. O relacionamento de longo prazo

Os varejistas procuram manter com seus clientes e com os consumidores em geral um relacionamento de longo prazo. O ganho imediato deixa de ser o único propósito do negócio, mas um dos objetivos principais, juntamente da satisfação e fidelização dos clientes.

É importante transformar o público consumidor em aliado, e isso só é conseguido com o estímulo ao relacionamento de longo prazo. Na verdade, quanto mais o cliente utiliza o serviço, mais recompensado ele será.

6. Os robôs (chatbots)

Não poderíamos falar no futuro do varejo sem citar os robôs, que já estão sendo usados com eficiência nos chatbots. O software “conversa” com os atendidos de modo automático, programado e natural, conforme suas rotinas. Ele avalia e gerencia a troca de mensagens.

Em vez de robotizar o homem, procura-se humanizar o robô, tornando-o cada vez mais capaz de interagir naturalmente com o ser humano.

O consumidor conversa diretamente com um robô e normalmente obtém a maior parte das respostas de que precisa.

Os robôs podem ser aproveitados para melhorar a interação com os clientes (atuais ou potenciais) em plataformas de atendimento via chamadas telefônicas e até em aplicativos de mensagens, como o Whatsapp e o Facebook Messenger.

Isso só é possível graças à inteligência artificial, capaz de aprender com a convivência.

Conhece outra ideia inovadora relacionada ao futuro do varejo? Aproveite e leia um post sobre a geração Y, os consumidores do futuro!

Estrategista de Conteúdo e Marketing Digital na Mercafácil. Graduada em Comunicação Social, se especializou em Negócios Digitais pela Universidade Positivo e começou seus estudos autônomos em Neuromarketing.

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